LES SAINT ARMAND 

lançamento de novo álbum "Na Memória da Paisagem" (TNSJ) l 2019

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Assumindo o português, privilegiando o valor da palavra e uma essência acústica, a sua música tem raízes no folk e na canção de autor de dimensão coral.

Os Les Saint Armand são uma banda do Porto, Portugal.

Assumindo o português, privilegiando o valor da palavra e uma essência acústica, a sua música tem raízes na folk e na canção de autor de dimensão coral.

Os Les Saint Armand são constituídos por Luis Barros (bateria), José Aníbal Beirão  (contrabaixista) e um trio de vozes e guitarras compostas por André Júlio Teixeira, António Parra e Tiago Correia e são Artistas Associados da companhia A Turma.

Em 2016, lançaram o ep “Nó”, alcançando desde logo destaques em listas de melhores ep e singles do ano (Time Out, Rádios, Blogs) e a nomeação do público para Banda Revelação e Melhor Concerto no Festival Bons Sons 2017, no culminar de uma extensa digressão nacional.

Em Fevereiro de 2019, os Les Saint Armand lançaram o seu novo álbum de originais, Na Memória da Paisagem, um disco gravado em 2018 no histórico Convento de São Filipe Nery, a culminar uma residência artística em Trás-os-Montes. O lançamento do álbum foi a 16 de Fevereiro de 2019 no Teatro Nacional São João, lugar invulgar mas perfeito para enquadrar o espírito teatral e musicalmente empático que sempre mora nas suas canções e concertos.

Músicos intérpretes | Tiago Correia, António Parra, André Teixeira, Aníbal Beirão, Luís Barros 

 

Desenho de luz | Rui Monteiro 

 

Cenografia | Ana Gormicho 

 

Desenho de Figurinos | Sara Miro 

 

Produção | Maria Pinto, A Turma

PELA ÁGUA

de Tiago Correia | enc. Tiago Correia (A22, TM Guarda, 23 Milhas, Theatro Circo, Teatro Campo Alegre / Fitei) l 2018

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“Pela Água” é um texto original de Tiago Correia, publicado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, em 2017, no âmbito do Grande Prémio de Teatro da SPA / Teatro Aberto, que mereceu em 2016.

Em “Pela Água” fala-se do amor e dos seus desencontros. Um diálogo intenso, enigmático mas nítido, entre dois homens de uma mesma mulher. Diferentes idades, diferentes experiências, tanto e tão pouco em comum. Uma meditação conjunta acerca das relações humanas, que aprofunda o poder das palavras num diálogo dominado pela ausência dessa mulher – e pelo amor.
“Pela Água” é uma peça de teatro íntimo, de revelações e confidências, que suscita questões existenciais e sociais, geracionais e relacionais, como a da falta de perspetivas de futuro, a questão da superação dos ídolos, o confronto com a mudança de paradigmas de geração para geração e a crítica à estrutura familiar tradicional. Suscita ainda questões feministas - através do empoderamento da figura feminina - assente numa figura central ausente.

Texto e encenação | Tiago Correia

Interpretação | Eduardo Breda e João Melo

Cenografia | Ana Gormicho

Figurinos | Sara Miro

Desenho de luz | Rui Monteiro

Desenho de som e operação | Pedro Lima

Música original | Les Saint Armand

Montagem e operação de luz | José Diogo Cunha

Assistência de luz | Teresa Antunes

Vídeo | Mimi Sá Coutinho

Fotografia | Pedro Sardinha e José Caldeira

Design gráfico | Inês Ferreira

Produção Executiva | Maria Pinto

Produção | A Turma

IRIA

audiowalk | criação original de Tiago Correia (Caminhos Médio Tejo / Município de Tomar) l 2018

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Uma rapariga que regressa à sua cidade natal ao fim de quinze anos e que se recolhe no bosque para questionar essa mudança. 

Uma mulher solitária que interrompe o seu passeio de outono para lhe ir falar. 
Um encontro misterioso entre duas mulheres desconhecidas, de diferentes gerações, dois mundos desfeitos, que se vai transformar num passeio revelador. 
A ação situa-se na Mata dos Sete Montes, no tempo presente. Neste percurso sonoro seguimos os passos destas mulheres, vestimos a sua pele e entramos na sua esfera mais íntima e secreta. Um percurso sob o signo do feminino, que se inspira na lenda de Santa Iria para refletir sobre a realidade contemporânea. 

Texto Original e Direção Artística | Tiago Correia

Interpretação (vozes) | Ângela Marques e Isabel Carvalho

Direção de Som | Ana Pedro

Assistência à Criação | Sara Miro

Música Original | André Júlio Teixeira

Colaboração Musical Canto Firme | Anabela Vitorino (trompa), Cátia Morgado (flauta), Carlota Pascoal (flauta), Carolina Vieira (trompete), Lúcia Lourenço (flauta)

Agradecimentos | António de Sousa, Francisca Pavia, João Mota, Mariana Correia, Pedro Coelho e Tiago Rosa.

Produção | A TURMA, Projeto Caminhos. Município de Tomar

À MARGEM

audiowalk | criação original de Tiago Correia (Gaia Todo Um Mundo / Município de Gaia) l 2018

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Um percurso sonoro – audiowalk – para percorrer e (re)descobrir as ruas da zona histórica de Gaia. Convida os participantes a entrar numa ficção e a acompanhar o discurso de um personagem misterioso - um velho habitante, que tenta recuperar a memória de si mesmo e cuja história se confunde com a do próprio lugar.

 

Uma criação original de Tiago Correia que parte de uma pesquisa e recolha locais. A ficção inspira-se na realidade, para uma experiência imersiva que explora as fronteiras do teatro. Criação no âmbito do Fórum Internacional Gaia Todo um Mundo, 2018

Texto Original, Recolha e Direção Artística | Tiago Correia

Assistência à Criação | Sara Miro

Direção de Som | Ana Pedro

Interpretação (voz) | António Durães

Música Original | André Júlio Teixeira

Participação Especial | Coro Espaço Corpus Christi

Produção | A TURMA (estrutura financiada pela República Portuguesa/Direção Geral das Artes), Gaia Todo Um Mundo, Município de Vila Nova de Gaia

Agradecimentos | Adelaide Amoreira, Carlos Alberto, Carolina Amaral, Carolina Fernandes, Conceição Pereira, Conceição Silva, Eduardo Fonseca, Fernanda Magalhães, Helena Oliveira, Isabel Rodrigues, João Ribeiro, Júlio Pereira, Leonor Miranda, Margarida Freitas, Maria Alice Oliveira, Maria Alice Paupério, Maria Celeste Pires, Maria Helena Maia, Maria Herminia Teixeira, Pinto de Oliveira, Silvério Duro, Valdemar Santos.

DORNES

audiowalk | criação original de Tiago Correia l 2017

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Pesquisa, Captura Sonora, Texto Original, Música e Interpretação | Tiago Correia

Assistência à Criação | Sara Miro 

Interpretação (voz off) | Tiago Correia e Sara Pereira

Guitarra | Tiago Correia

Gravação, mistura e pós-produção | Ana Pedro (Zumbido Studio)

Trailer | Francisco Lobo

Produção | A Turma, Caminhos Médio Tejo 2017 e Município de Ferreira do Zêzere

Um viajante intemporal regressa a Dornes à procura de um amor antigo e descobre que a aldeia ficou submersa pela construção da barragem, durante os tempos difíceis da ditadura.

Vê-se obrigado a navegar num pequeno barco, para percorrer os seus caminhos submersos. Recorda e celebra as memórias da antiga aldeia e do seu amor perdido.

ELA: DO DISCURSO AMOROSO

(filme de Francisco Lobo) | dir. artística de Tiago Correia (Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira) l 2016

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Um homem segue uma mulher decidido a declarar-se. Num discurso desenfreado fala sobre si, sobre ela e sobre o próprio amor. Os dois iniciam uma viagem. Nesta ilusória suspensão temporal, é criada a imagem de uma relação que eles vivenciam e constroem até ao seu inevitável fim.

Concepção e direcção |  Manuel Tur
Realização | FRANCISCO LOBO

Argumento | TIAGO CORREIA.

Interpretação | ÍRIS TOIVOLA CAYATTE e TIAGO CORREIA

Uma produção | A TURMA

Direção de fotografia | JULIANA CONSTANTINO, IGOR MARTINS

Edição | IGOR MARTINS

Chefe de produção | FRANCISCO SILVA.

Assistência de produção | JOANA CORDEIRO e LEONEL MENEZES

Direção de arte | ANA GORMICHO

Assistência de direção de arte | LINA LETRA

Direção de som | ANA PEDRO

Captação de som | FREDERICO PRAZERES

Música | JOÃO HASSELBERG

1o assistente de realização | NELSON CASTRO

2o assistente de realização | SOFIA AFONSO

Direção de atores | MANUEL TUR

Design gráfico | INÊS FERREIRA

Produção Executiva | TIAGO CORREIA

Apoio | Pedras e Pêssegos

Parcerias | Anexo82, Bando à Parte, Concept View, Widescreen, Confeitaria Ricardo Jorge, Copos & Cusquices, Estuário do Douro, Douro Marina, Loja dos Pasteis de Chaves, Maus Hábitos, Maria Q.B., Menino do Douro - Flor do Gás, Pedra Nova, Pizzaria Tarantino(a convite do Palcos do Românico - Rota do Românico)

A NOITE CANTA

de Jon Fosse | enc. Tiago Correia (Cão Danado / T.M. Porto - Campo Alegre / FITEI) l 2016

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Na sala-de-estar da sua casa – apresentada como prisão e/ou como refúgio do mundo - assistimos, muito próximos, a uma tragédia contemporânea íntima e delicada, que explora as fraquezas de um casal a adiar o fim da relação.

Numa linguagem escassa, de palavras aparentemente banais, com uma música própria, feita de repetições e silêncios, a morte surge inesperadamente. O autor Jon Fosse abre janelas para a vida, para questões existenciais. Escreve com amor e empatia sobre os que são deixados para trás. As suas personagens surgem frequentemente em estado de sonolência ou de fadiga, porque não podem deixar de pensar n’o que pode acontecer. A possibilidade é sempre mais real do que o atual. É por isso que ele escreve sobre mudanças. Como se cada lugar novo pudesse oferecer o que o passado não conseguiu. A vida não é senão esperar, estar suspenso entre o passado e o futuro, num presente que não pode ser capturado. Todos têm o mesmo medo de serem abandonados.

A partir de “Night Sings Its Songs” de Jon Fosse 

Tradução | Pedro Porto Fernandes

Dramaturgia e Encenação | Tiago Correia

Interpretação | Ana Moreira, António Parra e Pedro Almendra (substituindo Albano Jerónimo), António Durães (voz off) e Cristina Carvalhal (voz off)

Cenografia | Ana Gormicho

Figurinos | Patrícia Shim 

Desenho de Luz | Rui Monteiro e Francisco Tavares Teles 

Música Original e Sonoplastia | Nélson Silva 

Vozes gravadas no Zumbido Studio, por Ana Pedro.

Videografia | Francisco Lobo 

Design Gráfico | Inês Ferreira 

Direção de Som | Tiago Ralha

Produção Executiva | Tiago Correia e Vera Marques 

Coprodução | A Turma, Cão Danado, Teatro Municipal do Porto e DGArtes, República Portuguesa

INSULTO AO PÚBLICO

de Peter Handke | leitura encenada | Tiago Correia (La Fin Terrible - Ovar) l 2012

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Esta obra do autor austríaco Peter Handke escrita na década de 1970 propõe uma situação conflituosa entre actores e espectadores, em que o espaço cénico é o principal personagem. O tempo real do espectador e tempo ficcional. O que é ilusão. O que não é. Esta peça pertence ao grupo de peças a que o próprio Handke intitula de “peças faladas”, na medida em que as mesmas não pretendem dar nenhuma imagem do mundo. Estas reduzem-se às palavras e não podem dar por isso nenhuma imagem, nem sequer uma imagem contida nas palavras porque toda a imagem forjada pelo autor não seria uma expressão natural; ela seria exterior.

 

Esta peça constitui um exercício vocal como se se tratasse de um concerto polifónico. Num outro plano, a peça é uma provocação sistemática e inteligente para com o espectador, negando-lhe o direito da sua cómoda maneira de assistir ao espetáculo teatral e ao seu habitual hábito de percepção. É um texto escrito com base no ritmo, a partir de todos os cliché , negativos e positivos, que se podem formular entre as relações público – teatro.

Direção  | Tiago Correia

Interpretação | Bárbara Andrez, Liliana Rocha, 

Paulo Calatré, Raul Correia e Tanya Ruivo

Produção | A TURMA / LA FIN TERRIBLE

GASPAR

de Peter Handke l enc. Tiago Correia (co-produção Teatro Oficina / CEC Guimarães'12) l 2012

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A partir de “Kaspar” de Peter Handke

Tradução | Anabela Mendes

Dramaturgia e Encenação | Tiago Correia

Interpretação | António Parra, Diana Sá, Emílio Gomes e Sara Pereira

Cenografia | Ana Gormicho

Figurinos | Anita Gonçalves

Desenho de Luz | Francisco Tavares Teles

Música Original e Sonoplastia | Nélson Silva

Videografia | Francisco Lobo

Assistência ao Movimento | Jose Olivares

Design Gráfico | Inês Ferreira

 

Produção Executiva | Maria Pires

Coprodução | A Turma, Teatro Oficina, Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012.

“Gaspar” é a história de um Homem que não sabe falar – como um recém-nascido - e de como ele é criado e destruído pela forçada aquisição da palavra. “A peça também se poderia chamar tortura verbal”, diz Peter Handke, inspirando-se no caso real do menino selvagem Kaspar Hauser para nos apresentar a sua visão da relação do Homem com a linguagem: uma relação de tortura, dor e coerção. Instrutores, em representação de um discurso – o nosso - criam Gaspar à sua imagem – à nossa imagem. Vozes em relação às quais ele reage gradualmente, em permanente conflito. Gaspar é educado de forma a ser como o próprio discurso: bem-formado e ordenado.


A dramaturgia de Handke vem directamente da náusea, a doença induzida pelas palavras que escapam ao nosso controlo, o sentimento de impotência face à sua vida perversa e independente. Esta náusea é ao mesmo tempo uma consequência da estupidificante verborreia e o início da sua cura.
“Quem é agora Gaspar? Gaspar, agora quem é Gaspar? O que é Gaspar agora? Gaspar, o que é agora Gaspar?”

DO DISCURSO AMOROSO: #2

enc. Tiago Correia (Hard Club) l 2012

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Uma noite. Um café. Alguém se perdeu em recordações.
Uma mulher misteriosa.
Uma rapariga que questiona a abundância da sua ternura.
Um homem que espera alguém.
Um homem condenado a transitar continuamente de amor em amor.
Um espectáculo sobre a Espera, a Recordação, a Sedução, a Ternura e a Vagabundagem.

A partir de “Kaspar” de Peter Handke

Tradução | Anabela Mendes

Dramaturgia e Encenação | Tiago Correia

Interpretação | António Parra, Diana Sá, Emílio Gomes e Sara Pereira

Cenografia | Ana Gormicho

Figurinos | Anita Gonçalves

Desenho de Luz | Francisco Tavares Teles

Música Original e Sonoplastia | Nélson Silva

Videografia | Francisco Lobo

Assistência ao Movimento | Jose Olivares

Design Gráfico | Inês Ferreira

Produção Executiva | Maria Pires

Coprodução | A Turma, Teatro Oficina, Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012.

DO DISCURSO AMOROSO #1

enc. Tiago Correia (Hard Club) l 2012

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Breves acontecimentos teatrais criados por 5 artistas convidados que partiram de cinco figuras do discurso de amor - AUSÊNCIA, CONDUTA, CONIVÊNCIA, ESCONDER e FATO. É, no fundo, o que estes criadores quiseram dizer sobre elas, usando a representação, a música e a fotografia.

Livremente inspirado em "Fragmentos de Um Discurso Amoroso" de Roland Barthes

Dramaturgia e encenação | Tiago Correia

Interpretação | André Figueira, António Parra, Joana Africano e Luís Meireles (músico)

Cenografia | Ana Gormicho e Daniel Teixeira

Desenho de Luz | Francisco Tavares Teles

Música Original | Luís Meireles

Fotografia | Adriano Sodré

Videografia | Francisco Lobo e Juliana Constantino

Design Gráfico | Inês Ferreira

 

Produção Executiva | Catarina Mesquita

Produção | A Turma e Hard Club, 2012.

HISTÓRIA DE AMOR (ÚLTIMOS CAPÍTULOS)

de Jean Luc Lagarce | enc. Tiago Correia (Sala Estúdio Sá da Bandeira / FITEI) l 2011

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Aquilo que conta o primeiro homem é a recordação, pedaços da vida que foi a deles, quando eram mais novos. O segundo homem e a mulher trazem os seus comentários - ou as suas recordações.
Aquilo que conta a peça que eles descobrem é a versão do primeiro homem do que foi a história de amor que viveram e de como ela se desfez. É a ficção que ele construiu.

Encenação | Tiago Correia

Tradução | Alexandra Moreira da Silva

Interpretação | André Teixeira, Sara Pereira e Tiago Correia 

Cenografia | Ana Gormicho e Daniel Teixeira

Figurinos | Anita Gonçalves

Desenho de Luz | Francisco Tavares Teles

Música | Original Les Saint Armand e André Júlio Teixeira 

Trailer | Francisco Lobo

Design Gráfico | Inês Ferreira

Produção Executiva | Joana Neto

Coprodução  | A Turma e Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI).

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